Cidades

Sindiposto prevê desabastecimento de diesel em Goiás com corte de 20% nas entregas em outubro

O setor de combustíveis em Goiás enfrenta um cenário de incerteza que preocupa tanto empresários quanto consumidores. O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto) emitiu um alerta sobre a redução nas entregas de diesel, sinalizando um risco real de escassez do produto em diversos postos do estado ao longo do mês de outubro.

A situação, segundo a entidade, decorre de uma restrição logística e de fornecimento que tem impactado diretamente a operação dos estabelecimentos. A dificuldade de reposição dos estoques coloca em xeque a regularidade do abastecimento, especialmente em regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos.

Impacto nas entregas e dificuldades de reposição

De acordo com o presidente do Sindiposto, os postos de combustíveis estão recebendo volumes significativamente menores do que a demanda solicitada às distribuidoras. Relatos indicam que o corte no fornecimento chega a atingir até 20% do que foi encomendado pelos empresários do setor.

Essa redução na oferta cria um gargalo que dificulta a manutenção dos tanques cheios. O impacto é sentido de forma mais severa no interior do estado, onde a logística de transporte é mais complexa e a dependência do diesel para o escoamento de safras e transporte de cargas é elevada.

Riscos para o mercado e consumidores

A possibilidade de desabastecimento pontual gera apreensão sobre o funcionamento da cadeia produtiva local. O diesel é um insumo estratégico para a economia goiana, sendo o principal combustível utilizado por caminhões e máquinas agrícolas que movimentam o estado.

Embora o alerta foque na escassez, o mercado monitora de perto como essa restrição de oferta pode influenciar a estabilidade dos preços nas bombas. A orientação para os consumidores é de cautela, enquanto o setor busca alternativas junto às distribuidoras para normalizar o fluxo de entrega de combustíveis, conforme reportado pelo Mais Goiás.

Fonte: maisgoias.com.br

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