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Novas regras urbanísticas permitem postos de combustíveis mais próximos de áreas ambientais

Um projeto em discussão na capital traz mudanças significativas para a instalação de estabelecimentos voltados ao abastecimento veicular. A medida altera parâmetros de distanciamento em relação a elementos naturais da paisagem urbana, gerando debates sobre o planejamento da cidade e a preservação ecológica.

A proposta legislativa em tramitação promove uma alteração direta nos limites exigidos para novos empreendimentos do setor. Segundo as diretrizes avaliadas, a metragem limite estabelecida para a construção de novas estruturas comerciais próximas a reservas ecológicas sofreu redução.

Redução na distância mínima regulamentada

Pela nova diretriz sob análise, a exigência de afastamento entre os estabelecimentos e locais de preservação passa por uma diminuição expressiva. O texto normativo reduz o patamar de 800 para 500 metros a distância mínima obrigatória entre postos de combustíveis e espaços como matas, bosques e lagos.

A mudança altera o cenário de licenciamento para o setor comercial e imobiliário local. O reajuste nos limites espaciais abre margem para novos projetos em áreas anteriormente restritas pelas normativas urbanísticas vigentes.

Impactos e discussões sobre o crescimento urbano

A flexibilização das normas de distanciamento levanta discussões entre especialistas em planejamento urbano e defensores da causa ambiental. O Mais Goiás acompanha os desdobramentos dessa legislação que redefine o zoneamento e o uso do solo na região.

Enquanto defensores da medida apontam estímulo à economia e ao desenvolvimento imobiliário, críticos alertam para os riscos potenciais ao ecossistema local. O debate permanece aberto nas instâncias competentes enquanto o projeto segue sua tramitação oficial.

Fonte: maisgoias.com.br

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