Pesquisa Quaest aponta oscilação na aprovação do governo Lula
A mais recente rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta segunda-feira, 21, revela um cenário de estabilidade e oscilações dentro da margem de erro na avaliação do governo do presidente Lula (PT). O levantamento, que capta a percepção popular a menos de duas semanas do primeiro turno, indica que a desaprovação da gestão federal atingiu 50%, enquanto a aprovação alcançou 44%.
Os dados detalhados mostram que a avaliação negativa do governo subiu de 38% para 42% no período de uma semana. Simultaneamente, a parcela da população que classifica a gestão como positiva apresentou uma leve oscilação, passando de 32% para 33%. Já o índice de entrevistados que consideram o governo regular recuou de 27% para 23%.
Metodologia e margem de erro do levantamento
O estudo foi realizado de forma presencial com 2.004 pessoas, contemplando brasileiros com 16 anos ou mais. A coleta de dados ocorreu entre os dias 17 e 20 de setembro. Com um nível de confiança de 95%, a pesquisa possui uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que situa as variações observadas dentro do limite estatístico esperado.
O levantamento, contratado pela TV Globo e pelo jornal O Globo, está devidamente registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-06004/2026. A transparência metodológica é um pilar central para a compreensão dos índices de popularidade em períodos eleitorais.
Comparativo entre gestões presidenciais
Um dos pontos de destaque da pesquisa Quaest é o comparativo direto entre a atual administração e o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O levantamento aponta um empate numérico entre as duas gestões no imaginário dos entrevistados.
- 42% consideram a gestão petista atual superior à anterior.
- 42% afirmam que o governo do ex-capitão foi melhor.
Este cenário de polarização reflete a divisão de opiniões no eleitorado brasileiro, mantendo o equilíbrio entre a avaliação das duas administrações. A análise desses números é fundamental para entender o comportamento do eleitor e as tendências políticas que moldam o debate público atual.
Fonte: cartacapital.com.br