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Flávio Bolsonaro recorre ao TSE e acusa canal apoiador de fraudar buscas na web

A campanha do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro acionou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, exigindo explicações da Meta sobre o canal Exército do Lula, administrado pelo deputado André Janones. O grupo digital tem sido alvo de contestações jurídicas constantes devido a estratégias de mobilização política na internet.

A acusação de manipulação de buscas e redes sociais

De acordo com os advogados da campanha, existe uma operação coordenada para manipular buscas no Google e impulsionar hashtags na rede social X. A acusação aponta que integrantes do canal orientado por Janones instruem usuários a pesquisar frases específicas associadas negativamente ao candidato opositor.

O fluxo de postagens teria se intensificado logo após o debate televisivo da Band. A defesa argumenta que o conteúdo propagado é artificialmente inflado por meio de manipulação algorítmica, o que desequilibra a disputa digital entre os concorrentes ao Palácio do Planalto.

A disputa jurídica em torno do canal

O canal associado aos apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acumula milhões de seguidores na plataforma de mensagens instantâneas. Em contrapartida, a articulação ligada à oposição mantém o perfil Tropa do Flávio em menor escala numérica.

O embate legal gerou divergências internas na Corte eleitoral, colocando em lados opostos ministros que alternaram decisões de suspensão e liberação do canal digital. Novas diretrizes foram debatidas para definir o grau de responsabilidade das campanhas sobre canais mantidos por apoiadores na internet, estabelecendo limites para o apoio espontâneo de eleitores.

Contexto e desdobramentos na Justiça Eleitoral

As movimentações jurídicas refletem a alta tensão do atual período de campanha e a disputa acirrada pela narrativa digital. O Poder360 tentou contato com os representantes citados para obter posicionamento oficial sobre as acusações, mas não obteve retorno até o fechamento da apuração.

Fonte: poder360.com.br

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