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Cruzamento no Parque Amazônia ganha semáforos após grande fluxo de veículos

O cruzamento das avenidas Transbrasiliana e Feira de Santana, localizado no Parque Amazônia, em Goiânia, passou por uma importante transformação viária. A antiga rotatória do local foi completamente substituída por um novo sistema com semáforos, visando otimizar a mobilidade urbana e dar vazão ao intenso tráfego diário.

A mudança estrutural foi oficialmente liberada em uma 4ª feira (28), após um período de 18 dias de obras intensas na região. A intervenção busca solucionar os recorrentes congestionamentos e garantir mais segurança tanto para os motoristas quanto para os pedestres que circulam pelo trecho diariamente.

Volume de tráfego motivou mudanças viárias

Um levantamento técnico detalhado realizado na área registrou a impressionante marca de 7.485 veículos circulando pelo cruzamento durante apenas dois períodos de pico analisados. Desse total, 3.875 automóveis passaram pelo local entre 6h58 e 8h08, enquanto outros 3.610 veículos foram contabilizados entre 17h33 e 18h27.

O prefeito Sandro Mabel destacou que a estrutura anterior já não comportava o grande volume de carros e que a obra atende a uma reivindicação antiga da população local. Segundo ele, a intervenção resolve um problema histórico que persistia na região sem uma solução definitiva há mais de 12 anos, tendo sido executada em tempo recorde.

Novas regras de circulação e conversões

Com a nova configuração semafórica instalada, o tráfego passou a ser alternado de forma controlada entre as duas vias principais. Uma das principais alterações implementadas é a proibição definitiva de conversões à esquerda diretamente no cruzamento principal.

Para realizar essa manobra, os condutores devem agora virar à direita na Avenida Transbrasiliana, seguir adiante até uma das novas alças de retorno construídas e, então, retornar no sentido oposto desejado. O projeto também contemplou a aplicação de novas faixas de rolamento, setas indicativas no asfalto, travessias de pedestres e placas orientativas.

Fonte: folhaz.com.br

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