Política

Campanha de Lula aponta circulação reduzida de ônibus em São Paulo

A equipe jurídica da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva relatou que apenas 60% da frota de ônibus estava em operação em São Paulo. O dado foi divulgado pelo coordenador jurídico durante o pleito, gerando questionamentos sobre a mobilidade urbana dos eleitores.

Diante dos relatos de escassez de veículos na capital paulista e em território baiano, a articulação jurídica indicou que acionaria o Tribunal Superior Eleitoral para requerer a ampliação do tempo de votação disponível para a população.

Determinação da justiça sobre a frota

A ordem judicial inicial previa a operação integral dos coletivos nas vias urbanas. O entendimento da Justiça buscava assegurar o deslocamento dos cidadãos até as zonas eleitorais designadas.

A exigência regulamentar estipulava que o serviço público funcionasse com padrões equivalentes aos dias úteis. A medida visava impedir barreiras geográficas ou logísticas para o exercício do sufrágio.

Posicionamento da administração municipal

A gestão da cidade argumentou ter enviado avisos formais às empresas concessionárias para o cumprimento integral da ordem. A comunicação aos operadores teria ocorrido logo após a manifestação da instância eleitoral competente.

A regulamentação vigente impõe obrigações estritas aos gestores públicos quanto à gratuidade e à disponibilidade dos meios de deslocamento urbano durante os pleitos oficiais.

Fonte: poder360.com.br

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