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Operação Legado apura fraude milionária em reformas de escolas públicas em Goiás

Investigação mira esquema de fraudes em contratos escolares

A Polícia Civil de Goiás, em conjunto com o Ministério Público do Estado de Goiás, deflagrou a Operação Legado para desarticular um suposto esquema de fraudes em licitações destinadas a reformas de unidades de ensino. As autoridades investigam indícios de irregularidades em contratos que, somados, ultrapassam o valor de R$ 850 mil.

A ação policial cumpriu sete mandados de busca e apreensão em endereços situados nos estados de Goiás e Mato Grosso. O objetivo principal da medida é coletar provas documentais e digitais que possam comprovar a materialidade dos delitos contra a administração pública e o desvio de verbas destinadas à educação.

Atuação de empresário após desligamento de organização

Segundo as apurações preliminares, o mentor intelectual do esquema seria um empresário que já possuía histórico de envolvimento com grupos criminosos. Após se desligar de uma organização anterior, o investigado teria replicado o mesmo modelo de fraude para manipular processos licitatórios voltados à infraestrutura escolar.

O Ministério Público do Estado de Goiás aponta que o suspeito utilizava sua experiência pregressa para contornar exigências legais e direcionar resultados de contratos públicos. A estratégia consistia em simular a execução de obras ou superfaturar serviços que, na prática, não teriam sido entregues conforme o planejado.

Impactos da Operação Legado na gestão pública

A deflagração da Operação Legado reforça o rigor das instituições no combate à corrupção que afeta diretamente o ambiente escolar. A interrupção dessas práticas é considerada essencial para garantir que os recursos públicos sejam revertidos integralmente para a melhoria da infraestrutura educacional e o bem-estar de alunos e professores.

As investigações seguem em sigilo para identificar outros possíveis envolvidos, incluindo agentes públicos que possam ter facilitado o acesso do empresário aos contratos. A polícia trabalha agora na análise dos materiais apreendidos durante as diligências para robustecer o inquérito policial e subsidiar futuras denúncias criminais.

Fonte: maisgoias.com.br

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