Questionamentos sobre posse de Thiago Albernaz geram polêmica após falecimento de Amilton Filho
O falecimento do deputado Amilton Filho, ocorrido na madrugada de sábado, 26, gerou um momento de profunda consternação no cenário político de Goiás. Considerado uma das figuras mais promissoras do estado, a morte do parlamentar provocou repercussões imediatas não apenas pelo luto, mas por movimentações nos bastidores da Assembleia Legislativa de Goiás.
Movimentações políticas e a sucessão parlamentar
Poucas horas após o anúncio do óbito, ainda na manhã de sábado, por volta das 8 horas, o primeiro suplente Thiago Albernaz teria entrado em contato com o presidente da Assembleia, Bruno Peixoto. O teor da conversa, segundo relatos, girava em torno da expectativa sobre a data de sua posse para ocupar a cadeira deixada pelo deputado falecido.
A previsão é que o suplente assuma o mandato para um período restrito de três meses, compreendendo os meses de outubro, novembro e dezembro. A celeridade na busca pela efetivação do cargo, antes mesmo das cerimônias de despedida e do velório de Amilton Filho, levantou questionamentos sobre a conduta e a sensibilidade política do sucessor.
Contexto e trajetória de Thiago Albernaz
Thiago Albernaz, neto do ex-prefeito Nion Albernaz, também é reconhecido por sua trajetória na política goiana. Apesar de ser visto como um nome com potencial, o político não obteve sucesso nas urnas durante o pleito de 2022, o que torna a ocupação da vaga na Assembleia um movimento estratégico de retorno ao cenário institucional.
A postura adotada pelo suplente diante da perda de um colega de parlamento foi alvo de críticas, sendo interpretada por observadores como uma demonstração de falta de tato diante da dor da família e dos aliados de Amilton Filho. Até o momento, o espaço permanece aberto para que o político possa apresentar esclarecimentos sobre o episódio ou manifestar-se oficialmente a respeito das informações veiculadas pelo Jornal Opção.
Fonte: jornalopcao.com.br