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Vandalismo em estações de metrô marca dispersão de ato pró-Lula na avenida Paulista

A avenida Paulista, em São Paulo, foi palco de atos de vandalismo e depredação contra o patrimônio público neste domingo (11.out.2026). Durante a dispersão de uma manifestação em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acessos a estações do sistema metroviário foram pichados e danificados, levando ao fechamento temporário de unidades estratégicas para o transporte urbano.

Segundo informações da Polícia Militar de São Paulo, as estações Trianon-Masp e Paulista foram alvo direto das ações. O cenário de depredação, registrado em imagens que circularam amplamente nas redes sociais, incluiu pichações em estruturas de vidro e o uso indevido das coberturas das estações por parte de manifestantes, que chegaram a escalar os telhados dos acessos.

Impacto no transporte e intervenção policial

O fluxo intenso de pessoas na região central gerou pontos de tensão em diversos locais, incluindo as imediações da rua Augusta, em direção à praça Roosevelt, e a praça Oswaldo Cruz. A Polícia Militar precisou intervir em locais como as estações Paulista, da Linha 4-Amarela, e Consolação, da Linha 2-Verde, devido a atritos com funcionários e à superlotação causada pela movimentação dos grupos.

A presença de autoridades no ato, que reuniu milhares de apoiadores, não impediu que o encerramento da manifestação fosse marcado por episódios de desordem. Além do presidente, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e governadores petistas eleitos participaram do evento político antes do início dos tumultos registrados pelas forças de segurança durante a saída do público.

Contexto de segurança pública na capital

As autoridades seguem monitorando os danos causados ao patrimônio da companhia de metrô. A escalada de violência em espaços públicos durante manifestações políticas coloca em debate a gestão de multidões e a proteção de infraestruturas críticas em grandes centros urbanos como São Paulo.

As imagens divulgadas mostram claramente a extensão das pichações, que continham mensagens de cunho político e ofensas direcionadas. A situação nas estações Trianon-Masp e Paulista reflete o desafio das forças de segurança em conciliar o direito à livre manifestação com a preservação da integridade física de equipamentos essenciais para a mobilidade da população paulistana.

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