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Marina Silva classifica fala de Lula na ONU como um marco histórico de coragem moral

A candidata ao Senado Marina Silva (Rede) classificou o pronunciamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Assembleia Geral da ONU como um “documento histórico”. A declaração foi proferida nesta terça-feira (22.set.2026), durante a Plenária de Mobilização realizada no Espaço Cultural Elza Soares, localizado na zona oeste de São Paulo.

A relevância política do pronunciamento presidencial

Durante o evento, Marina Silva destacou a importância de preservar o conteúdo da fala presidencial como um registro fundamental para a diplomacia brasileira. Segundo a candidata, o momento atual exige atenção redobrada, especialmente diante da transição de um cenário internacional multipolar para uma configuração geopolítica bipolar.

Ela enfatizou que o orgulho em relação à postura adotada pelo chefe do Executivo deve ser compartilhado por todos os brasileiros. O discurso é visto por ela como um marco na afirmação da autonomia nacional frente aos desafios globais contemporâneos.

Coragem moral e a soberania nacional

Marina Silva pontuou que a atuação de Lula na ONU exigiu “coragem moral” e “valentia política”. Para a candidata, a capacidade de defender a soberania do país, mesmo diante de nações com maior poderio bélico e desigualdade de meios, é um diferencial da atual gestão.

A ex-ministra reforçou a tese de que o Brasil não deve se submeter a interesses externos. Ao citar a afirmação de que o Brasil não cabe no quintal de ninguém, ela defendeu que a autodeterminação dos povos é um princípio inegociável, independentemente do tamanho territorial ou demográfico de uma nação.

Mobilização política em São Paulo

O evento em São Paulo serviu como um ponto de encontro para diversas lideranças partidárias e representantes de movimentos sociais. A plenária contou com a presença de figuras centrais da coligação, incluindo o presidente do PT, Edinho Silva, e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Também marcaram presença o candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e o candidato a vice-governador, Márcio França (PSB). A reunião reforçou a coesão do grupo político em torno das pautas defendidas pelo governo federal e as diretrizes para a campanha eleitoral em curso.

Fonte: poder360.com.br

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