Gustavo Gayer questiona credibilidade de pesquisas eleitorais no dia da votação
O deputado federal e candidato ao Senado, Gustavo Gayer (PL), manifestou forte ceticismo em relação aos levantamentos de intenção de voto divulgados na reta final do pleito. Em entrevista ao Jornal Opção, o parlamentar classificou as divergências entre os institutos como um reflexo de interesses financeiros, sustentando que a legitimidade do processo reside exclusivamente no resultado das urnas.
Críticas à volatilidade dos levantamentos eleitorais
Gayer destacou a estranheza diante da proximidade temporal entre pesquisas com resultados conflitantes. Segundo o candidato, enquanto um levantamento apontava a candidata Gracinha (UB) à frente e um empate técnico com Zacharias (MDB), uma análise subsequente, realizada pela Atlas, indicava sua liderança com uma vantagem de 10 pontos percentuais sobre os demais concorrentes.
Para o deputado, essa discrepância é um indicativo de que os números podem ser influenciados por quem financia a coleta de dados. “Pesquisa é isso: é quem paga mais. Mas hoje a urna vai falar a verdade”, afirmou Gayer, reforçando sua confiança na contagem oficial dos votos como o único termômetro real da vontade popular.
Expectativas para o cenário político nacional
Apesar do questionamento aos institutos, o candidato demonstrou otimismo quanto ao desfecho do pleito. Ele mencionou que os dados internos de sua coligação sinalizam um cenário favorável para a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, prevendo uma vantagem que garantiria a liderança já no primeiro turno.
Gayer descreveu o momento como uma consolidação da direita no país, argumentando que o Brasil atravessa um período de exaustão política. “Basicamente, é uma consolidação da vitória do povo brasileiro. Não é nem a vitória do Flávio, da direita. O Brasil não aguenta mais”, declarou o candidato durante a conversa.
Logística de acompanhamento da apuração
Para o período de apuração, o candidato optou por uma estratégia de proximidade com sua equipe de campanha. O acompanhamento dos resultados será realizado em seu comitê, em um ambiente mais reservado e focado, segundo ele, em momentos de reflexão e oração.
“Vai ser uma apuração mais pequena, uma coisa menor, para a gente poder ficar junto lá e orar bastante. Vai ser muita oração e, se Deus quiser, vai dar certo”, concluiu o deputado, mantendo a expectativa de vitória até a divulgação dos dados finais pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Fonte: jornalopcao.com.br