Sexta feira marca a abertura dos Jogos Intercontinentais de Motociclismo em Goiânia
O lançamento oficial da segunda edição dos Jogos Intercontinentais da Federação Internacional de Motociclismo foi realizado nesta sexta-feira no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia. A capital goiana sediará a competição entre os dias 11 e 13 de dezembro, contando com a presença de 72 pilotos vindos de 25 países diferentes.
Este torneio global reúne representantes de seis uniões continentais distintas, abrangendo África, Ásia, América Latina, América do Norte, Oceania e Europa. A nova edição incorpora o motocross à programação oficial, ampliando o escopo esportivo ao lado das tradicionais categorias já consolidadas no cenário internacional de velocidade sobre duas rodas.
Pilotos de seis continentes
A competição deste ano registra a participação de seis países a mais em comparação à edição inaugural realizada em Jerez de la Frontera, na Espanha. Cada união continental tem o direito de selecionar quatro competidores por classe, sendo obrigatória a inclusão de pelo menos uma mulher em cada grupo.
O regulamento estabelece restrições para atletas que disputam regularmente os campeonatos mundiais da entidade máxima do esporte. A medida busca equilibrar a disputa ao combinar a experiência de competidores profissionais com a revelação de novos talentos do esporte a motor.
Programação dos Jogos Intercontinentais
As atividades oficiais na pista começam em 11 de dezembro com treinos livres e sessões de testes para todas as equipes. O cronograma avança no dia seguinte com as tomadas de tempo classificatórias e as primeiras baterias oficiais de corrida no circuito goiano.
O encerramento ocorre em 13 de dezembro com as provas decisivas das categorias de motovelocidade e a terceira bateria do motocross. Nas categorias de velocidade, as motocicletas utilizadas são fornecidas de forma padronizada pela Yamaha para garantir igualdade de condições.
Brasil terá representantes nas três categorias
A equipe que representará a FIM América Latina já está definida com nomes do Brasil, Chile, México, República Dominicana e Bolívia. Entre os convocados estão pilotos de destaque nacional nas categorias Supersport 300, Supersport e na divisão de motocross MX2.
A preparação técnica e logística envolveu ajustes recentes no autódromo local para receber os atletas e equipes estrangeiras. A infraestrutura do circuito foi preparada para atender aos padrões exigidos pelas federações internacionais durante os dias de evento.
Goiânia como sede internacional do motociclismo
O Autódromo Internacional Ayrton Senna consolida sua posição no calendário global ao receber mais um grande evento do esporte a motor. O circuito passou por melhorias recentes no asfalto para garantir a segurança e o desempenho ideal dos competidores durante as provas.
A escolha do Brasil como sede substituiu planos anteriores devido a fatores geopolíticos internacionais. A direção da entidade organizadora destacou que a expansão do torneio reforça o compromisso de promover a integração global entre atletas de diferentes continentes.
Fonte: jornalopcao.com.br