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Flávio Bolsonaro vira alvo de novo inquérito no Supremo Tribunal Federal

O senador Flávio Bolsonaro passou a ser investigado em um segundo inquérito no Supremo Tribunal Federal. A Polícia Federal apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo a relação do parlamentar com o advogado Willer Tomaz.

O caso foi distribuído por sorteio ao ministro Alexandre de Moraes, após chegar à mais alta corte do país. As informações iniciais sobre o desdobramento foram divulgadas pela imprensa nacional e movimentam o cenário político.

Origem das investigações e conexões financeiras

A apuração teve início a partir de provas reunidas pela Polícia Federal em um inquérito que tramitava na primeira instância sobre suspeitas de irregularidades no setor de apostas e em plataformas de pagamento digital. Durante o processo, os investigadores identificaram indícios de que o advogado teria vínculos com uma empresa autorizada a operar no setor.

A análise de dados extraídos da nuvem do celular do investigado revelou relações diretas com o senador. Como o parlamentar possui prerrogativa de foro, o material foi encaminhado ao tribunal superior para continuidade das diligências necessárias.

Proximidade e documentos encontrados pela polícia

De acordo com os registros da Polícia Federal, os dados analisados apontam proximidade entre os investigados, incluindo referências a reuniões e encontros sociais. Os peritos também localizaram documentos pessoais do senador armazenados no ambiente digital do advogado.

A investigação identificou pagamentos de viagens e conexões com uma conta em nome de uma holding da qual o advogado é sócio. O parlamentar figurava como usuário com acesso operacional à referida conta bancária.

Movimentações milionárias e outras frentes de apuração

A apuração apontou que uma conta ligada ao advogado registrou movimentações expressivas em curto período, exigindo aprofundamento sobre a origem e o destino dos recursos. O jornalismo investigativo acompanha os desdobramentos de perto.

Esta frente se soma a outro inquérito em curso que apura suspeitas de irregularidades no financiamento de uma produção audiovisual sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, sob a relatoria do ministro André Mendonça.

Fonte: cartacapital.com.br

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