Cidades

Escola em Senador Canedo enfrenta denúncias de precariedade e risco elétrico

Mães de alunos da Escola Aracilda Amaral, localizada em Senador Canedo, denunciaram condições críticas de infraestrutura no local onde os estudantes estão sendo atendidos temporariamente. A situação, que envolve o acúmulo de lama e riscos de descargas elétricas, tem gerado apreensão entre as famílias enquanto aguardam a conclusão da nova sede da unidade de ensino.

Riscos estruturais e insegurança no ambiente escolar

Os problemas relatados pelos pais ganharam visibilidade após a transferência dos alunos para salas modulares. Segundo os relatos, o acesso às estruturas é dificultado pela presença constante de lama, o que compromete a mobilidade e a higiene dos estudantes dentro do perímetro escolar.

Além dos transtornos causados pelo solo instável, a preocupação central das famílias reside na segurança elétrica das instalações. Há denúncias de risco iminente de choques, o que coloca a integridade física das crianças em estado de vulnerabilidade durante o período letivo.

A transição para salas modulares

A utilização das salas modulares foi a alternativa encontrada pelo poder público para manter o calendário escolar ativo durante o período de obras. No entanto, a adaptação ao espaço provisório tem sido alvo de críticas severas por parte da comunidade escolar, que aponta falhas graves na manutenção do local.

A estrutura, projetada para ser uma solução temporária, não tem oferecido o suporte necessário para garantir um ambiente de aprendizado seguro. A falta de pavimentação adequada e a exposição a intempéries são os pontos mais citados pelos responsáveis como fatores que agravam o cotidiano dos alunos.

Expectativa pela conclusão da nova sede

A comunidade escolar de Senador Canedo permanece em alerta, cobrando medidas urgentes das autoridades competentes para sanar os problemas estruturais. O foco principal das reivindicações é a agilização da construção da nova sede definitiva da Escola Aracilda Amaral, que promete substituir as estruturas modulares atuais.

Enquanto as obras não avançam, os pais reforçam o pedido por melhorias imediatas no acesso e na segurança elétrica do local. A situação segue sendo acompanhada de perto pelos responsáveis, que buscam garantir que o direito à educação ocorra em um ambiente digno e livre de riscos.

Fonte: maisgoias.com.br

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