Disputa ao Senado em Minas Gerais mantém três nomes na briga pelas duas vagas
A corrida eleitoral para o Senado em Minas Gerais apresenta um cenário de indefinição, com três nomes principais disputando as duas vagas disponíveis para o estado. De acordo com levantamento realizado pelo instituto AtlasIntel em parceria com o jornal Estadão, divulgado no sábado (3.out.2026), a liderança numérica é ocupada por Marília Campos (PT), que registra 23% das intenções de voto.
Logo atrás, em uma situação de empate técnico, aparece Domingos Sávio (PL), com 21,3%. Considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, a candidata Áurea Carolina (Psol) mantém-se competitiva na disputa, alcançando 17,3% das intenções de voto e mantendo vivas suas chances de conquistar uma das cadeiras no Senado Federal.
Dinâmica da disputa e margem de erro
O pleito de 2026 em Minas Gerais exige que o eleitor escolha dois nomes para representar o estado na câmara alta do Congresso Nacional. A proximidade entre os principais candidatos reflete um cenário de polarização, onde pequenas oscilações dentro da margem de erro podem alterar significativamente a configuração final das vagas.
A análise dos dados consolidados de primeiro e segundo votos indica que o eleitor mineiro ainda processa as opções disponíveis. Com a proximidade do dia da votação, a movimentação das campanhas torna-se decisiva para consolidar o apoio entre os eleitores que ainda se mostram indecisos ou que pretendem votar em branco ou nulo.
Metodologia e transparência do levantamento
A pesquisa foi realizada entre os dias 27 de setembro e 2 de outubro de 2026, ouvindo 2.189 eleitores em todo o estado de Minas Gerais. O estudo apresenta um grau de confiança de 95% e está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MG-01942/2026.
Com um custo total de R$ 75.000, o levantamento foi financiado com recursos próprios da empresa responsável. A transparência no processo eleitoral é reforçada pela disponibilização da íntegra do relatório, permitindo que analistas e eleitores consultem a metodologia detalhada utilizada pelo instituto.
Fonte: poder360.com.br