Lula convoca reunião com Fernando Haddad e Dario Durigan para debater economia
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o ex-ministro Fernando Haddad para uma reunião estratégica realizada nesta 5ª feira (5.nov.2026). O encontro de cúpula foi pautado pela discussão em torno da condução da política econômica do país, segundo informações divulgadas inicialmente pela emissora CNN e confirmadas pelo Poder360.
A convocação ocorre em um momento de articulações e ajustes na administração federal, após o processo eleitoral que garantiu a continuidade do projeto político no comando do Palácio do Planalto. O cenário exige alinhamento direto entre a cúpula do governo e a equipe econômica para definir os próximos passos da gestão fiscal.
Reestruturação ministerial e nomes cotados
Com a reeleição consolidada, o presidente avalia mudanças estruturais na composição de pastas estratégicas. A sucessão na Fazenda permanece como um dos pontos centrais de atenção nos bastidores políticos de Brasília, embora o anúncio oficial ainda não tenha sido finalizado pelo Palácio do Planalto.
Entre os nomes frequentemente cotados nos corredores de Brasília para assumir posições de relevância na equipe econômica estão figuras de destaque político e administrativo. Integram a lista de especulações o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles, e o atual vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.
Repercussão no mercado financeiro e cenário fiscal
A movimentação política acontece na esteira de oscilações recentes registradas no ambiente financeiro nacional. Em 26 de outubro, exato um dia depois da reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, o índice Ibovespa sofreu uma forte queda, forçando a B3 a acionar o mecanismo de proteção conhecido como circuit breaker.
Em meio às incertezas e aos questionamentos de agentes econômicos, Dario Durigan declarou na 3ª feira (3.nov) que não discute a própria sucessão no cargo. O representante governamental pediu paciência para que o chefe do Executivo apresente formalmente as diretrizes fiscais planejadas para o quarto mandato presidencial, classificando como exagerados os temores do mercado financeiro.
Fonte: poder360.com.br