Richarlison cobra investigação da polícia federal após perder ilha
O atacante Richarlison utilizou as redes sociais para publicar um vídeo em que detalha a disputa envolvendo uma ilha com mansão localizada em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Na gravação, o jogador do Tottenham relatou o histórico de aquisição do imóvel e fez acusações diretas relacionadas à perda da posse do local, cobrando uma atuação firme das autoridades competentes.
contexto da compra e os parceiros originais
De acordo com os relatos apresentados, a aquisição da ilha ocorreu entre os anos de 2020 e 2021, período marcado pela pandemia de covid-19. O atleta afirmou que comprou a propriedade em parceria com Alencar da Silveira Júnior, que na época presidia o América Mineiro, e com Renato Velasco, a quem o jogador classificou negativamente em sua declaração pública.
Conforme informações divulgadas pelo portal O Globo, os direitos de ocupação da área estavam inicialmente vinculados a uma empresa do próprio atacante e de seus sócios. No entanto, desdobramentos jurídicos posteriores alteraram o cenário da posse, resultando em decisões desfavoráveis aos interesses iniciais do grupo ligado ao jogador de futebol.
a recusa de venda e as acusações públicas
No decorrer do vídeo, o atacante explicou que o imóvel atraiu o interesse de diversos compradores, incluindo figuras públicas. Entre os interessados estaria o senador Flávio Bolsonaro, que segundo o relato teria utilizado um drone para sobrevoar e filmar a propriedade de cima, registrando imagens que foram publicadas posteriormente nas redes sociais.
Richarlison destacou que a recusa em negociar a venda da ilha marcou o ponto de virada no conflito. O atleta apontou que a transferência da posse para uma empresa ligada a Willer Tomaz de Souza ocorreu de forma célere após decisões judiciais, alegando ter investido cerca de R$ 10 milhões no local sem receber qualquer compensação financeira.
pedido de investigação e destino dos recursos
Diante do impasse jurídico e do prejuízo financeiro relatado, o jogador cobrou publicamente uma apuração rigorosa por parte da Polícia Federal. O objetivo, segundo o atleta, é esclarecer os procedimentos que culminaram na perda da propriedade e buscar a recuperação dos valores investidos na mansão, que conta com infraestrutura de luxo como praia privativa e heliponto.
Por fim, o atacante afirmou que não tem o objetivo de reaver a ilha, mas reforçou o compromisso com sua região de origem. Caso consiga reaver o montante gasto na transação original, o jogador prometeu destinar parte da quantia para auxiliar o hospital situado em Nova Venécia, sua cidade natal no Espírito Santo.
Fonte: cartacapital.com.br