Adriana Accorsi desafia velha guarda do PT em Goiás e lança a tendência Força Popular
Em um movimento que sinaliza uma profunda reconfiguração nas estruturas do PT em Goiás, a deputada federal Adriana Accorsi anunciou o rompimento com a ala tradicional do partido. A parlamentar, que também preside a legenda no estado e coordena a campanha de Lula da Silva na região, oficializou a criação de uma nova corrente interna, marcando um distanciamento público do que classificou como “velha guarda”.
Cisão e a criação da Força Popular
A decisão foi comunicada diretamente aos correligionários através de uma plataforma de mensagens instantâneas. Em prints que circulam sobre o episódio, a deputada convoca os militantes a aderirem à nova tendência, denominada Força Popular. A iniciativa, segundo a parlamentar, visa consolidar um grupo alinhado à sua visão de liderança, rompendo com as dinâmicas estabelecidas por membros veteranos da sigla.
Tensões internas e protagonismo feminino
Adriana Accorsi justificou a medida apontando um histórico de resistência à sua gestão por parte de integrantes do partido. Em nota oficial, a deputada afirmou que o grupo da “velha guarda” demonstra incômodo com a liderança feminina que ela exerce. Ela destacou sua trajetória como a parlamentar de esquerda mais votada para a Câmara Federal na história do estado, reforçando que sua posição na direção partidária foi legitimada por 95% dos votos.
Acusações de sabotagem na coordenação
O conflito ganhou contornos mais graves com a revelação de que a deputada teria sido alvo de desinformação junto à cúpula nacional do partido. Accorsi acusou membros do PT de terem levado informações falsas ao presidente nacional da legenda, Edinho Silva, alegando que ela estaria com problemas de saúde e, portanto, impossibilitada de coordenar a campanha de Lula da Silva em Goiás. A parlamentar refutou as alegações, reafirmando seu compromisso com a coordenação estadual e a estratégia eleitoral do partido.
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Fonte: jornalopcao.com.br