POLÍCIA

Eleição na Alego movimenta bastidores e reacende debate sobre vaga no TCM

A corrida pela sucessão na presidência da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) já movimenta os corredores do Legislativo estadual. Embora a eleição para o comando da Casa esteja prevista apenas para fevereiro de 2027, as articulações políticas ocorrem de forma intensa, com diversos parlamentares buscando consolidar apoios estratégicos antes mesmo da posse dos novos eleitos.

Cenário de disputa pela presidência da Alego

Atualmente, o quadro de sucessão apresenta nomes competitivos que já articulam suas candidaturas. Entre os parlamentares com maior visibilidade na disputa estão Issy Quinan (MDB), Virmondes Cruvinel (UB) e Talles Barreto (UB). Issy Quinan é apontado como um dos favoritos, mantendo proximidade com o governador Daniel Vilela.

Além dos nomes citados, o páreo conta com a participação de outros deputados, como Wilde Cambão (UB), Paulo do Vale (PSD), Cairo Salim (MDB) e Lissauer Vieira (PL). A movimentação antecipada tem gerado desconforto entre alguns membros da base governista, que classificam a pressa como uma estratégia motivada por interesses pessoais, destoando do cronograma regimental da Casa.

Tensões e críticas à antecipação do pleito

O debate prematuro sobre a Mesa Diretora tem provocado atritos internos. Parlamentares ouvidos sob reserva expressaram preocupação com o desgaste causado pela antecipação da disputa, sugerindo que o foco deveria ser mantido na agenda legislativa imediata. A avaliação é de que tentar sacramentar acordos agora ignora o rito democrático e a própria composição da futura legislatura.

O retorno das discussões sobre o TCM

Em paralelo à sucessão na Assembleia, o Legislativo goiano vê ressurgir o debate sobre a indicação de um novo conselheiro para o Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM). A vaga, que é alvo de interesse político há anos, depende da vacância do cargo, o que exigiria a aposentadoria de um dos atuais conselheiros.

Nomes como Joaquim de Castro e Valcenôr Braz são citados em especulações, embora ambos neguem qualquer intenção de deixar o órgão antes da aposentadoria compulsória. Joaquim de Castro, aos 68 anos, afirma que pretende permanecer até os 75, enquanto Valcenôr Braz, aos 72, teria prazo até 2029. O deputado Wilde Cambão, ao comentar o cenário, reforçou que, embora a pauta seja natural, deve ser tratada apenas após a posse dos parlamentares.

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Fonte: jornalopcao.com.br

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