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Goiânia investe R$ 1 bilhão para reestruturar rede de urgência e emergência municipal

Avanço na infraestrutura hospitalar de Goiânia

Com um aporte superior a R$ 1 bilhão realizado ao longo de 2025, a Prefeitura de Goiânia, por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), concluiu uma ampla reestruturação do sistema de urgência e emergência. A iniciativa focou na ampliação da capacidade de atendimento e na modernização técnica das unidades de saúde, visando oferecer assistência qualificada a pacientes em estado crítico.

O projeto priorizou a reforma das chamadas salas vermelhas, espaços essenciais que funcionam como unidades de terapia intensiva de curto prazo dentro dos prontos-socorros. O objetivo central foi garantir a estabilização clínica imediata de pacientes graves, superando um cenário anterior que, segundo a gestão, enfrentava uma dívida acumulada de quase R$ 5 bilhões e episódios de colapso na rede.

Modernização das salas vermelhas e novos equipamentos

A estratégia de reestruturação alcançou unidades estratégicas, incluindo as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim América, Chácara do Governador e Novo Mundo. Também foram contemplados os Centros de Atenção Integrada à Saúde (Cais) de Campinas, Finsocial e Cândida de Morais, este último passando de dois para três leitos equipados.

Além das reformas estruturais, a rede recebeu um reforço tecnológico significativo. Foram entregues 12 novos desfibriladores, elevando o total de 16 para 28 equipamentos distribuídos em 11 unidades de urgência e no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O incremento inclui ainda ventiladores mecânicos de transporte, monitores multiparamétricos e bombas de infusão, essenciais para o suporte à vida.

Impacto na assistência e percepção dos usuários

A melhoria na infraestrutura é acompanhada por relatos positivos de pacientes, como o caso de Andréia Pereira, que utilizou os serviços do Cais Vila Nova. A usuária destacou a agilidade no atendimento e a eficiência do Samu na regulação e transferência de seu familiar para uma unidade hospitalar de retaguarda, processo concluído em pouco mais de uma hora.

O médico Rodrigo Amorim, responsável pela sala vermelha do Cais Cândida de Morais, enfatiza que a renovação dos equipamentos e a melhoria das instalações físicas, como iluminação e climatização, resolvem gargalos operacionais antigos. Segundo o profissional, a disponibilidade de recursos tecnológicos adequados é o diferencial que permite um atendimento mais célere e seguro para a população de Goiânia.

Fonte: goiania.go.gov.br

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