Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados em pesquisa no Tocantins
O cenário eleitoral no estado do Tocantins apresenta um quadro de equilíbrio entre as principais forças políticas nacionais, conforme aponta o levantamento mais recente realizado pelo instituto Quaest. A pesquisa, divulgada nesta quarta-feira, 23, coloca o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma disputa acirrada pela preferência do eleitorado local.
De acordo com os dados coletados para o primeiro turno, o atual presidente da República registra 37% das intenções de voto, enquanto o parlamentar fluminense aparece com 35%. Devido à margem de erro da pesquisa, que é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois nomes encontram-se em situação de empate técnico no estado.
Equilíbrio nas intenções de voto para o segundo turno
A disputa ganha contornos de maior paridade caso o cenário evolua para um eventual segundo turno entre os dois nomes. Na simulação de confronto direto, tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro alcançam 44% das intenções de voto, evidenciando uma polarização persistente no eleitorado tocantinense.
O levantamento, que buscou captar o sentimento popular em relação às lideranças nacionais, foi encomendado pela TV Anhanguera, afiliada da Rede Globo no Tocantins. A coleta de dados foi realizada entre os dias 19 e 22 de setembro, abrangendo um universo de 804 entrevistados com 16 anos ou mais.
Metodologia e registro oficial do levantamento
Para garantir a precisão estatística, o instituto utilizou um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi devidamente registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob os números TO-00371/2026 e BR-00781/2026, cumprindo as exigências legais para a divulgação de dados de intenção de voto no país.
Este cenário reflete a importância estratégica da região norte para as articulações políticas de 2026. A proximidade numérica entre os dois candidatos sugere que a campanha eleitoral no estado deve ser marcada por intensa disputa por cada segmento do eleitorado até o dia do pleito.
Fonte: cartacapital.com.br