Justiça mantém Davi Passamani afastado da administração da Igreja Casa
Uma decisão judicial proferida em Goiânia determinou que o pastor Davi Passamani permaneça fora da administração da Igreja Casa. O magistrado responsável pelo caso julgou improcedente o pedido do religioso, que buscava retomar o controle institucional da entidade fundada por ele.
O conflito jurídico envolveu uma disputa direta com sua filha, que atualmente exerce funções de liderança na organização. A sentença reforça o distanciamento do fundador em relação às decisões administrativas e patrimoniais da igreja, consolidando a atual estrutura de comando da instituição religiosa.
Entendimento jurídico sobre a legitimidade da causa
A juíza responsável pelo caso fundamentou sua decisão na falta de legitimidade ativa de Davi Passamani. Segundo o entendimento do tribunal, o pastor não possui prerrogativa legal para reivindicar, em nome próprio, direitos que pertencem exclusivamente ao patrimônio da instituição.
A magistrada destacou que a estrutura organizacional da Igreja Casa possui regras próprias de governança. Ao tentar pleitear interesses da entidade de forma individual, o autor da ação não conseguiu demonstrar base jurídica suficiente para reverter o seu afastamento das atividades administrativas.
Contexto do afastamento e desdobramentos
O caso reflete uma crise interna que culminou na exclusão do fundador dos quadros de gestão. A disputa familiar e institucional ganhou contornos públicos, mobilizando a atenção de fiéis e da comunidade jurídica local sobre o futuro da congregação.
Com a negativa da justiça, a administração da Igreja Casa segue sob a responsabilidade da atual diretoria, que inclui a filha do pastor. A decisão é um marco importante na resolução de conflitos internos que envolvem organizações religiosas e a aplicação das normas do direito civil brasileiro, conforme detalhado em reportagem do portal Mais Goiás.
Fonte: maisgoias.com.br